segunda-feira, 24 de outubro de 2016





Por onde começar
Antes de ir às lojas ou buscar um estilista, o ideal é fazer uma vasta pesquisa de vestidos e expressão estética. Sites, blogs e revistas de moda são bons lugares para começar. A partir da pesquisa a noiva vai identificar seu próprio estilo. Não existe o melhor estilo, os melhores tecidos ou a cor correta. O que realmente importa é o efeito desejado pela noiva ao atravessar o tapete em direção ao altar. Quando o assunto é a estrutura do vestido, a opinião continua unânime. Se a noiva quer fluidez, movimento – ou seja, quer que a roupa dance com ela – as rendas e as sedas leves são a opção certeira. Se pensa em algo mais estruturado, deve optar pela organza de seda e tafetá. Com relação à forma, é preciso respeitar o tecido, uma vez que cada um tem caimento e modelagem próprios.
O vestido, a obra
Esqueça os mitos de que o vestido perfeito é aquele costurado com o material mais nobre ou arquitetado com o shape mais conceitual do momento. Isso não existe. Um modelo inesquecível exige harmonia entre corte, relação das partes e material – sem esquecer de somar a tudo isso o estilo e a postura da noiva. Ou seja, o vestido deve ser charmoso, ter uma proporção que valorize a silhueta e, claro, um certo mistério que vem da atitude da mulher que o veste. O mais importante no vestido de noiva é a noiva. Apesar do branco ser a cor mais tradicional, a mescla de tons off-white e perolados são caminhos para quem quer fugir do beabá tradicional de um casamento, mas sem exagero. Dá um efeito de sombras muito bonito, com contraste leve. Chic e atual.